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 Notícias tecnologia

'Ghost of Tsushima' busca inspiração em Akira Kurosawa para narrar invasão ao Japão no século XIII


Game de samurais será em mundo aberto e exclusivo para PS4. Ainda não há data de lançamento confirmada. Cena de 'Ghost of Tsushima', game que narra história de invasão mongol à ilha japonesa no século XIII Divulgação/Sony O game "Ghost of Tsushima" foi buscar em Akira Kurosawa e outros mestres do cinema japonês a inspiração para narrar sua história de uma invasão mongol à ilha de Tsushima, no Japão, no século XIII. O jogo exclusivo de PlayStation 4 está sendo desenvolvido pelo estúdio Sucker Punch, o mesmo da série "Infamous, e ganhou uma demonstração inédita na E3 2018. Ainda não há data de lançamento confirmada. "A abertura dessa demo é minha homenagem à Kurosawa. Ele era o rei das composições em movimento", diz Billy Harper, diretor de sequências cinematográficas de "Ghost of Tsushima", em uma apresentaçao do jogo ao G1 na feira de Los Angeles (EUA). Mas além da influência do cinema também tem tecnologia. As paisagens serenas e bucólicas do Japão feudal do jogo são a todo tempo contrastadas com a violência explícita desse mundo. Um novo sistema desenvolvido pela Sucker Punch recria de forma dinâmica o comportamento de fluidos como sangue e lama, deixando em evidência os rastros das batalhas. "Queremos lembrar as pessoas desse evento devastador antes de elas poderem observar os cenários magníficos que criamos", diz o desenvolvedor. Nesse momento, o protagonista Jin enfrenta um bando de adversários e Harper se lembra de outra grande influência: "13 assassinos" (1963), filme de Eiichi Kudo que acompanha um grupo de samurais numa missão para assassinar um lorde japonês e proteger seu código de honra. Samurais, código de honra e proteção, aliás, são palavras-chave em "Ghost of Tsushima". De acordo com Harper, Jin é um dos poucos guerreiros da ilha que sobreviveu ao ataque do exército mongol na praia de Tsushima. E é andando pelas sombras ? daí o "ghost" (fantasma, em tradução) no título ? que ele vai aprender técnicas pouco ortodoxas para defender seu povo. "Essa história em particular fala da sua evolução como pessoa. Das suas crenças e habilidades", ele conta. Silêncio e calma Samurai chamado Jin é protagonista de 'Ghost of Tsushima', game exclusivo de PS4 Divulgação/Sony "Ghost of Tsushima" recebeu elogios pela beleza gráfica da demo, e os paparicos devem aumentar nesse sentido até o lançamento. De acordo com Harper, a sequência apresentada é de uma missão secundária do jogo. É que "Ghost of Tsushima" é um game de mundo aberto, com vários tipos de atividades. "Felizmente estive em uma das equipes que passou 13 dias no Japão tirando fotos e fazendo anotações. Você pode visitar tudo o que conseguir ver dentro do jogo", ele conta. Nesse sentido, o trabalho anterior nos jogos "Infamous", também em mundos abertos, ajudou a Sucker Punch a criar um mapa do tipo no Japão feudal. Mas não sem antes enfrentar certos desafios. "Estamos acostumados a fazer jogos rápidos. E tivemos de nos acostumar com o silêncio e com a calma de 'Ghost of Tsushima' em oposto à ação", diz Harper. 15/06/2018

Justiça suspende multa de R$ 5 milhões por Telebras não entregar contrato de satélite bilionário


Acordo assinado entre estatal e a Viasat para operação de satélite que custou R$ 2,78 bilhões é contestado na Justiça. Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Reprodução/YouTube O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu a multa de R$ 5 milhões aplicada a Telebras e Viasat por não entregarem o contrato firmado pelas duas para operação do satélite brasileiro. A decisão foi emitida nesta segunda-feira (11) pelo desembargador federal Souza Prudente e representa uma rara vitória para a estatal. A última decisão havia sito do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a suspensão do acordo entre Telebras e Viasat. As duas empresas foram obrigadas a entregar o contrato assinado pela Telebras com a Viasat para que a empresa norte-americana operasse o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O documento entregue, no entanto, foi um documento com partes cruciais do negócio omitidas por tarjas pretas. Agora, Souza Prudente acolheu o argumento da Telebras e resolveu suspender a cobrança da multa até que mérito da ação judicial fosse julgado. O acordo entre Telebras e Viasat foi parar na Justiça após uma empresa concorrente da norte-americana, a Via Direta, reclamar de ter sido preterida. Ele também exigiu que as antenas já instaladas para receber sinal do satélite deveriam ser retiradas. Inicialmente, fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. Agora, elevou o valor para R$ 200 mil. As duas empresas, no entanto, já cumpriram a determinação. Após 'não' de empresas, Telebras reduziu exigências para achar parceiro em satélite bilionário Briga judicial faz satélite brasileiro de R$ 2,7 bilhões levar internet a menos de 0,1% dos pontos planejados Ao custo de R$ 2,78 bilhões, o satélite é o primeiro operado pelo Brasil e tem seu uso compartilhado entre militares e civis. O Exército usa 30% da capacidade do equipamento para conectar suas instalações, como postos da fronteira. Já a Telebras, que é uma empresa de capital misto, usa o restante para fornecer conexão contratada por diversos órgãos do governo federal. Para operar sua parte do satélite, a Telebras contratou a Viasat após manter um processo de chamamento público aberto por oito meses e não encontrar interessados. A empresa amazonense Via Direta Telecomunicações entrou na Justiça alegando que foi preterida do processo depois de iniciar as negociações para operar parte da capacidade do satélite e conseguiu decisão suspendendo o contrato entre a Telebras e a Viasat. A Telebras afirma que a Via Direta sequer apresentou proposta para participar do negócio. Após a Telebras recorrer e perder na segunda instância, o processo subiu para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o encaminhou ao STF porque, além da questão contratual, a Via Direta questionou se o acordo colocaria a soberania do país em risco. 15/06/2018

Instagram não vai mais avisar se alguém copiar fotos ou vídeos do Stories


Rede social não informará mais se alguém deu 'print' nos conteúdos publicados nessa área. Aviso do Instagram feito a quem tentava copiar fotos ou vídeos publicados no Stories. Reprodução/Instagram O Instagram não irá mais notificar as pessoas que tiverem seus Stories copiados ou gravados por outro usuário. A novidade foi informada pela rede social ao Buzzfeed News nesta quinta-feira (14). A iniciativa havia começado a ser testada em fevereiro pelo Instagram, que queria preservar o caráter efêmeros das postagens feitas nesse espaço do aplicativo. Quando alguém publica fotos ou vídeos como Stories, esse conteúdo fica no ar apenas por 24 horas. A rede social, porém, manterá a informação de quem viu os Stories. 15/06/2018

Facebook tem sido menos usado para ler notícias, enquanto WhatsApp cresce


Levantamento feito nos EUA mostra que audiência entre jovens caiu ainda mais. Ícone do WhatsApp ao lado do Messenger; ambos são apps do Facebook. Reuters O uso de redes sociais como o Facebook para leitura de notícias começou a cair nos Estados Unidos, conforme muitos jovens recorrem a aplicativos de mensagens como o WhatsApp, que pertence ao Facebook, apontou o Reuters Institute. O uso do Facebook, maior rede social do mundo, para notícias caiu 9 pontos percentuais em relação a 2017 nos Estados Unidos e 20 pontos para audiências mais jovens, mostrou uma pesquisa do Instituto Reuters com 74 mil pessoas em 37 mercados. "O uso da mídia social para notícias começou a cair em vários mercados importantes após anos de crescimento contínuo", disse Nic Newman, pesquisador associado do Instituto de Estudos de Jornalismo da Reuters, no Digital News Report. "Continuamos vendo aumento no uso de aplicativos de mensagens para notícias, à medida que os consumidores procuram espaços mais privados [e menos conflituosos] para se comunicar", disse Newman. O levantamento revela a volatilidade de preferências dos consumidores, à medida que a indústria de notícias tenta lidar com o impacto da Internet e dos smartphones que transformaram tanto o modo como as pessoas consomem notícias quanto a forma como as empresas de mídia ganham dinheiro. Facebook e Twitter ainda são usados ??por muitos usuários para procurar notícias, mas a discussão ocorre em aplicativos de mensagens como o WhatsApp, geralmente porque as pessoas se sentem menos vulneráveis ??ao discutir eventos em tais espaços. "A mídia social é como usar uma máscara", disse uma entrevistada britânica não identificada do grupo etário de 30 a 45 anos. "Quando estou em meus grupos de mensagens com meus amigos, a máscara se solta e sinto que posso realmente ser eu mesma." O WhatsApp, fundado em 2009 e comprado pelo Facebook em 2014 por US$ 22 bilhões em dinheiro e ações, é mais popular que o Twitter em importância para notícias em muitos países, de acordo com o relatório. Alguns entrevistados ainda encontraram notícias no Facebook, mas postaram itens em um grupo do WhatsApp para discussão com um conjunto mais próximo de amigos. WhatsApp e Instagram, também do Facebook, decolaram na América Latina e na Ásia, enquanto o Snapchat avançou na Europa e nos Estados Unidos, observou a pesquisa sobre diferenças regionais de compartilhamento de notícias. 15/06/2018

4 missões do Summit, o supercomputador mais poderoso do mundo que acaba de entrar em operação


Ocupando área de duas quadras de tênis, máquina que realiza 200 quatrilhões de cálculos por segundo será usada para criar modelos e simulações, visando avanços em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Ocupando um espaço que equivale a duas quadras de tênis, o supercomputador vai ser usado para criar modelos científicos e fazer simulações. Divulgação/Summit Mal entrou em funcionamento e já está sendo chamado de o supercomputador mais poderoso do mundo. Esse é o Summit, que é duas vezes mais rápido do que o chinês Sunway TaihuLight, tido até então como que a máquina mais veloz do planeta. Desenvolvido nos Estados Unidos por meio de uma parceria entre a IBM e a Nvidia, o Summit, que fica no Laboratório Nacional de Oak Ridge, no Tenessee, o supercomputador tem capacidade para 200 quatrilhões de cálculos por segundo. É composto por fileiras de servidores do tamanho de geladeiras que, juntos, pesam 340 toneladas e ocupam uma área de 520 m² -- o equivalente a duas quadras de tênis. O Summit está conectado com mais de 300 quilômetros de cabos. O computador trabalha como um monstro sedento que consome mais de 4 mil galões de água a cada minuto para manter seu sistema de refrigeração funcionando. Segundo os criadores, a máquina é tão eficiente que já funcionava enquanto ainda estava sendo montada. "Imagine dirigir um carro de corrida enquanto trocam os pneus", disse Thomas Zacharia, diretor do laboratório onde a supermáquina foi montada. Summit está conectado a 300 quilômetros de cabos. Divulgação/Summit A princípio, o computador será usado para criar modelos científicos e fazer simulações baseadas em inteligência artificial e automatização de padrões para acelerar descobertas em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Superpoderes 200 quatrilhões de cálculos em um segundo. Se uma pessoa consegue fazer um cálculo por segundo, levaria 6,3 bilhões de anos para calcular o que o Summit executa em um piscar de olhos. Se os 7,4 bilhões de habitantes do mundo fizessem um cálculo por segundo, demoraria 305 dias para realizar uma operação que para o Summit é instantânea. O sistema de armazenamento do Summit é capaz de armazenar 250 petabytes de dados, o que equivale a 74 milhões de anos de vídeo de alta definição. Veja como o poderoso "cérebro" do Summit poderá ajudar a conseguir avanços nessas áreas: 1. Astrofísica O Summit vai permitir simular cenários de explosões de estrelas mil vezes maiores que as que vinham sido recriadas até agora. Também vai poder rastrear 12 vezes mais elementos que os atuais projetos. Pesquisadores esperam conseguir coletar pistas sobre como elementos pesados, incluindo ferro e ouro, se formaram na Terra. O supercomputador vai permitir explorar o espaço por meio de simulações de explosões de estrelas. Divulgação/Summit 2. Materiais Entender como as partículas subatômicas se comportam é um conhecimento tido como chave no desenvolvimento de novos materiais para produzir, armazenar e transformar energia. O Summit promete multiplicar por 10 a capacidade de simulação desses comportamentos, o que deve acelerar a descoberta de materiais que podem conduzir energia de forma mais eficiente. Descobrir materiais para a condução de energia de uma forma mais eficiente e econômica é um dos desafios para o Summit. Divulgação/Getty Images 3. Acompanhamento do câncer Médicos e cientistas usam ferramentas automatizadas para extrair, analisar e classificar informações na tentativa de identificar fatores relacionados ao câncer, como genes, características biológicas e meio ambiente. O Summit ajudará a cruzar essas informações com relatórios e imagens de diagnósticos. Assim, ajudará a obter um panorama mais completo da população que sofre de câncer, com um nível de detalhe que normalmente só se obtém de pacientes que fazem parte de pesquisas clínicas. Há expectativa que o supercomputador use sua potência para ajudar a descobrir a causa de diferentes doenças Divulgação/Getty Images 4. Biologia O Summit usará inteligência artificial para analisar dados com informação genética e biomédica. A ideia é que, por meio dos cálculos feitos pelo supercomputador, pesquisadores consigam identificar padrões de comportamento das células humanas. Essa análise de informações em grande escala pode ajudar a entender melhor algumas doenças, como o Alzheimer, e também a compreender fatores que levam à toxicodependência. 15/06/2018

'Pokémon Let's Go', 'Overcooked 2' e 'Super Smash Bros. Ultimate' são destaques da Nintendo na E3 2018: G1 jogou

Games são maiores atrações da empresa japonesa na principal feira de jogos do mundo. 'Pokémon Let's Go', 'Overcooked 2' e 'Super Smash Bros. Ultimate': G1 jogou na E3 2018 Caçar, cozinhar e lutar com os amigos. São esses os principais passatempos no estande da Nintendo na E3 2018, onde "Pokémon Let's Go", "Overcooked 2" e "Super Smash Bros. Ultimate" podiam ser testados. O G1 jogou os três games por cerca de 1 hora. Veja impressões sobre eles abaixo. E assista ao vídeo acima. Melhor dos dois mundos "Pokémon Let's Go" une as batalhas em turnos dos "Pokémon" clássicos de Game Boy e DS com a captura de monstrinhos que virou mania nos celulares com "Pokémon Go". Enquanto você caminha em uma versão repaginada da região de Kanto, a mesma de "Pokémon Yellow", também vai cruzar com Pokémon selvagens e outros treinadores. Os monstrinhos podem ser vistos andando pelos mapas. E ao serem confrontados, o jogo assume as mecânicas de "Pokémon Go", onde é preciso arremessar a pokébola no momento certo para capturar a criaturinha. Frutas podem ser usadas para facilitar o trabalho. E com o novo controle do Switch em formato de pokébola dá até pra imitar o arremesso. A situação é outra nos encontros com treinadores. Eles interrompem suas andanças para batalhas em turnos, estilo RPG, onde é possível escolher com que golpes Pikachu e seus companheiros irão atacar. Uma receita na cabeça e uma faca na mão "Overcooked 2" vai soar bem familiar pra quem jogou o primeiro game, onde é preciso se coordenar com os colegas de cozinha para cortar ingredientes, preparar pratos e servir os clientes. Assim como antes, entrosamento é fundamental. As cozinhas de "Overcooked 2" operam como uma grande máquina onde cada jogador trabalha como uma das suas engrenagens. Há duas novas facilidades dessa vez, no entanto. A primeira é a possibilidade de arremessar ingredientes: uma boa pedida para as fases com buracos entre os jogadores. A outra é a inclusão do modo online para até 4 pessoas. Mas fica a dica: jogar no mesmo sofá continua sendo mais divertido e caótico. Festa da pancadaria "Super Smash Bros. Ultimate", por sua vez, é a versão mais completa da série de games de luta com personagens da Nintendo e convidados. Essa edição definitiva traz todos os lutadores que apareceram em quase 20 anos de jogos, incluindo figuras especiais como Sonic, Solid Snake e Cloud. E essa é a verdadeira aposta de "Ultimate": números. Pois as lutas em si não mudaram nada, pelo menos não a olho nu. Elas continuam caóticas, cheias de itens especiais e uma bem calculada dose de descontrole. 14/06/2018
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