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Golpe no Instagram espalha site com falsas promoções de óculos Ray-Ban


Um golpe que afeta principalmente usuários do Instagram está divulgando sites falsos com supostas promoções de produtos da marca Ray-Ban por meio de publicações não autorizadas. Os endereços divulgados são de sites sem relação com a loja oficial da marca e os produtos vendidos também são falsos ou, no mínimo, de procedência duvidosa. Também é possível que os sites estejam roubando as informações dos consumidores. Legenda: Exemplo de publicação no Instagram divulgando site com promoções falsas da Ray-Ban. Divulgação/Instagram Há poucos dados confirmados sobre esse golpe. Sabe-se que as imagens são publicadas no Instagram, que são divulgados diversos sites idênticos (porém com endereços diferentes) e que os preços informados aparecem em várias moedas. As postagens são feitas sem autorização no perfil das vítimas. A publicação tende a marcar outras pessoas para obter uma visibilidade maior. Não se sabe como os invasores obtiveram permissão para postar as imagens em nome das vítimas. É possível que as vítimas tenham caído em algum golpe de phishing -- páginas falsas do Instagram ou Facebook -- ou que os criminosos tenham utilizados senhas presentes em vazamentos de dados (quem repete as mesmas senhas em vários serviços pode ser vítima nesse caso). Outra possibilidade é que as senhas tenham sido roubadas por um vírus. Site 'MinhaSenha' revela suas senhas que caíram no submundo da web A recomendação para todos os usuários é que o site com as supostas promoções não seja visitado. Para quem teve a imagem da promoção publicada sem autorização no perfil, aconselha-se a troca das senhas do Instagram e do Facebook. Também vale a pena verificar os aplicativos autorizados na conta do Instagram (https://www.instagram.com/accounts/manage_access/), mas é improvável que a publicação tenha ocorrido por esse meio. Spam em contas invadidas O uso de contas comprometidas para publicar uma imagem em massa e divulgar sites fraudulentos mostra como qualquer tipo de conta de serviço pode ser útil. Não é comum enxergar o Instagram como um site de conteúdo sensível ou sigiloso. No entanto, o uso de várias contas comprometidas permite que os golpistas alcancem um público considerável com o golpe. É por isso que não se pode pensar que uma senha de acesso para qualquer serviço -- seja ele qual for -- não é de interesse dos invasores. Praticamente qualquer serviço on-line pode ser envolvido em um golpe, desde que os malfeitores tenham criatividade para aproveitar o acesso que obtiveram. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com 20/06/2018

Apple é multada na Austrália em US$ 6,6 milhões por não consertar iPhones reparados por outras empresas


Australianos tiveram aparelhos afetados pelo 'erro 53'. 'Erro 53' desativava iPhones e iPads que tivessem passado consertos feitos por empresas que não a Apple. Divulgação/iFixit A Apple terá que pagar uma multa na Austrália de aproximadamente US$ 6,6 milhões por prejudicar clientes que compraram seus aparelhos entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, informaram as fontes judiciais nesta terça-feira (19). A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal da Austrália que atendeu as reclamações feitas em um processo judicial movido pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC, sigla em inglês) contra a Apple e sua filial no país. O órgão entrou com a ação judicial após investigar centenas de queixas vinculadas ao "erro 53". O problema aparecia após donos de iPhone 6, que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados), instalarem o sistema operacional o iOS 9 nos aparelhos. A falha técnica desativava não só iPhones mas também iPads. A Apple admitiu ter rejeitado a reparação dos terminais de pelo menos 275 clientes australianos afetados, alegando que os dispositivos já tinham sido reparados por terceiros. "Se um produto tem uma falha, os clientes têm o direito de consertá-lo ou substituí-lo, de acordo com a Lei do Consumidor da Austrália e, às vezes, até mesmo um reembolso", disse a comissária da ACCC, Sarah Court. Após receber as notificação das investigações da ACCC, a Apple colocou em prática um programa para compensar os clientes prejudicados -- que são em torno de 5 mil. 19/06/2018

Google vai corrigir falha no Chromecast que mostra localização de internautas


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com 19/06/2018

Google vai corrigir falha no Chromecast que mostra localização do internauta para sites na web


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com 19/06/2018

Facebook cria inteligência artificial que 'abre' olhos de quem piscar em fotos


Engenheiros recorreram a técnica usada para criar rostos artificialmente. Facebook cria inteligência artificial que 'abre' os olhos de quem piscar em foto Divulgação/Facebook Piscou bem na hora do clique do fotógrafo? Isso pode ser um problema do passado. O Facebook criou um sistema de inteligência artificial que não só identifica quando alguém saiu de pálpebras cerradas em uma foto mas também consegue "abrir" seus olhos. A tecnologia, criada pelos engenheiros da rede social, Brian Dollahnsky e Christian Canton Ferrer, foi descrita em um estudo divulgado nesta segunda-feira (18). O que o mecanismo faz é estudar várias fotos em que aparece o rosto do sujeito para entender como são suas expressões faciais quando ele está de olhos abertos. VÍDEO: Cientistas usam inteligência artificial para 'colocar palavras' na boca de alguém ?Para o problema particular de transformações faciais, ela [a tecnologia] aprende não só a preservar características como iluminação ou o tom da pele mas pode também abranger alguma noção de plausibilidade semântica?, escreveram os dois engenheiros. ?Dando um conjunto de treinamento de tamanho apropriado, a rede irá aprender como um rosto humano ?deve? parecer.? Mas não só. Além disso, eles recorreram a técnicas avançadas de inteligência artificial para driblar o chamado ?uncanny valley?, aquele ar de foto tratada no Photoshop que ocorre quando imagens passam por modificação mal feitas. Para fugir desse risco, os dois lançaram mão de um recurso geralmente usado para desenhar rostos do zero, chamada de rede adversarial generativa (GAN, na sigla em inglês). Você já deve ter visto a técnica em ação, já que ela é usada para criar faces de celebridades que não existem ou mudar o clima em vídeos. A mescla do uso desses dois sistemas é o que faz a diferença. Depois de aprender como são os olhos do indivíduo, o sistema usa a informação para criar uma reprodução fiel deles. Leva em conta o tamanho da cavidade ocular na foto em que o sujeito aparece de olhos fechados, a posição do rosto, a iluminação sobre a pele e qual o efeito da luz sobre os olhos. 19/06/2018

Happn libera busca por ?crush? em mapas interativos


'Estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas', diz o CEO do aplicativo de relacionamento. Happn implanta no app mapa internet em que é possível achar 'crush' Divulgação/Happn O Happn, aplicativo de relacionamento para achar aquele ?crush? que te deu mole no busão, vai mudar a forma de achar o paquera: a partir de agora, será possível buscar em um mapa por pretendentes que curtem ir aos mesmos lugares que você. Até agora, o Happn organizava os perfis em ordem cronológica. Funcionava assim: como usa o GPS do smartphone do usuário para saber por quais locais ele passou, o app identifica pessoas que cruzaram com ele e que podem interessá-lo; depois disso, os perfis dessas pessoas são exibidos de acordo com o horário em que o encontro se deu. A conversa só começa caso haja interesse mútuo ? nesse sentido, o serviço é bem parecido com o Tinder. A partir desta terça-feira (19), o Happn vai mostrar em um mapa interativo todos os pretendentes que estiveram em um lugar visitado pelo usuário. Bastará tocar na imagem de uma rua, estabelecimento comercial ou evento, e o aplicativo mostrará os possíveis ?crushs? que estiveram lá nos últimos sete dias. Encontros reais A versão antiga do Happn já ensaiava explorar mais intensamente a localização geográfica dos encontros ? mapas eram mostrados, no entanto, apenas quando um perfil era aberto. Com a novidade, chamada de "Happn Maps", o mapa interativo assume possição central no app: ficará no topo do aplicativo. ?Agora, ele pode lembrar onde viu uma certa pessoa, ou de um lugar em que teve a sensação de ter pessoas interessantes, e ir diretamente para esse lugar no mapa do Happn para checar se tem algum potencial Crush lá?, afirmou Dider Rappaport, presidente-executivo e cofundador do Happ. O executivo explica que ?aparecerão somente aqueles [perfis de pessoas] que estiveram no mesmo lugar que você e na mesma hora, ou seja, com quem, de fato, você cruzou?. O sistema rastreará pessoas dentro de um raio de 250 metros a partir do ponto em que o usuário esteve. ?As pessoas que vão aos mesmos lugares têm maior probabilidade de ter o mesmo estilo ou preferências que você. Por exemplo: se você vai a uma academia, show, evento esportivo ou bar, você pode encontrar pessoas no mesmo lugar e imediatamente ter algo em comum com ela?, afirma Rappaport. ?Com o mapa do Happn, nós vamos além em nossa promessa ao separar as dimensões do tempo e espaço; porque o tempo voa, mas os lugares permanecem parados.? O executivo diz que a inclusão dos mapas são uma acentuação do DNA do aplicativo. ?Em 2013, alguns sites de relacionamento e poucos apps já existiam, mas a experiência promovida por eles era virtual demais, consumia muito tempo e a combinação de pessoal era baseada em interesses e preferências mútuas. O Happn surgiu com o pensamento de que nós estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas.? País do amor O Brasil é um dos principais polos para empresas que desenvolvem apps e sites voltados a construir relações amorosas. Por aqui, há 6,6 milhões de usuários do Happn, o que faz do país o segundo maior mercado para o serviço. Mais de 1 milhão de pessoas usam o aplicativo só em São Paulo, cidade mais importante para a empresa, que possui 50 milhões de usuários no mundo todo. Outra companhia que tem no Brasil sua segunda maior operação é o Match Group, dona de mais de 45 serviços voltados a formar casais, como Tinder e Par Perfeito. 19/06/2018
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