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 Notícias tecnologia

Intel anuncia saída de CEO por se relacionar com funcionária, prática proibida pela empresa


Esposa do executivo trabalhou na empresa logo após se graduar em engenharia química em 1996. Brian Krzanich, CEO da Intel, fala durante a CES 2018, em Las Vegas, nos EUA. Rick Wilking/Reuters A Intel, maior fabricante de chips para computadores do mundo, anunciou nesta sexta-feira (21) que Brian Krzanich não é mais o presidente-executivo da empresa por ter mantido um relacionamento amoroso com uma funcionária, prática proibida pela política da companhia. ?A Intel foi recentemente informada de que Krzanich tem um relacionamento consensual antigo com uma funcionária da Intel. Um conselho de investigação interna e externa confirmou a violação da política da Intel de não-confraternização, o que se aplica a todos os gerentes?, explica a Intel. ?Dada a expectativa de que todos os empregados irá respeitar os valores da Intel e aderir ao código de conduta da companhia, o conselho aceitou a renúncia de Krzanick.? Carreira e vida pessoal Krzanick estava na Intel desde 1982, quando ingressou para trabalhar como engenheiro na fábrica de processadores da empresa no Novo México. A partir daí, ele subiu na hierarquia da companhia até começar a supervisionar a cadeia de suprimentos da fabricante de chips em 2007. Cinco anos depois, se tornou diretor de operações da empresa, o que o gabaritou para assumir a presidência-executiva pouco mais de um ano depois, em maio de 2013. Ele é casado com Brandee Krzanich, com quem tem dois filhos. Atualmente, Brandee trabalha em uma firma imobiliária, mas, entre 1996 e 1998, ela passou pela Intel assim que se formou como engenheira química na Universidade do Texas. Próximo CEO O posto de CEO será ocupado de forma interina pelo diretor financeiro, Robert Swan, que está na empresa desde outubro de 2016. ?O conselho acredita firmemente na estratégia da Intel e nós estamos confiante na habilidade de Bob Swan de liderar a companhia conforme conduzimos uma robusta busca pelo nosso próximo CEO?, afirmou, em nota, o presidente do conselho da Intel, Andy Bryant. 06/01: Brian Krzanich apresenta novidades da Intel Corp. na CES 2014, em Las Vegas, nos EUA Ethan Miller/Getty Images/AFP 21/06/2018

Parlamentares dos EUA querem que Google reconsidere negócios com a chinesa Huawei


'Estamos decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA', disseram deputados e senadores ao CEO do Google, em carta. Sundar Pichai, CEO do Google. Stephen Lam/Reuters Um grupo de parlamentares dos Estados Unidos pediu ao Google, da Alphabet, nesta quarta-feira, para reconsiderar seu trabalho com a empresa de telecomunicações chinesa Huawei, descrita por eles como uma ameaça à segurança nacional. A preocupação foi manifestada em carta enviada ao presidente-executivo do Google, Sundar Pichai. Assinada pelos senadores republicanos Tom Cotton e Marco Rubio, pelos deputados republicanos Michael Conaway e Liz Cheney e pelo deputado democrata Dutch Ruppersberger. No documento, os legisladores compararam a aliança com a empresa chinesa e a recente recusa do Google não renovar o "Projeto Maven", uma parceria de pesquisa de inteligência artificial com o Departamento de Defesa dos EUA. "Apesar de lamentarmos que o Google não queira continuar uma longa e frutífera tradição de colaboração entre as empresas militares e de tecnologia, estamos ainda mais decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA". A Alphabet não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A carta foi a mais recente de uma série de esforços de membros do Congresso dos EUA para atingir Huawei e a ZTE, outra grande empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações. Os parlamentares apresentaram projetos de lei que impedem as agências governamentais de usar os produtos das empresas e tentam derrubar o acordo do presidente Donald Trump de encerrar a proibição contra a ZTE. No início deste mês, outro senador, o democrata Mark Warner, escreveu à Alphabet e outras empresas de tecnologia perguntando sobre quaisquer acordos de compartilhamento de dados com fornecedores chineses. 21/06/2018

Ataque hacker lançado da China invadiu satélites e empresas de defesa dos EUA, diz Symantec

'A interrupção dos satélites poderia deixar as instalações civis e militares sujeitas a grandes polarizações [no mundo real]', disse executivo da empresa. Uma sofisticada campanha de hackers lançada a partir de computadores na China invadiu operadores de satélites, empresas de defesa e de telecomunicações nos Estados Unidos e no sudeste da Ásia, informaram pesquisadores de segurança da Symantec nesta terça-feira (19). A Symantec afirmou que o ataque parece ser impulsionado por metas nacionais de espionagem, como a interceptação de comunicações militares e civis. Essas capacidades de interceptação são raras, mas não são inéditas, e os pesquisadores não puderam dizer quais comunicações, podem ter sido comprometidas. O mais perturbador neste caso é que os hackers infectaram computadores que controlavam os satélites, de modo que eles poderiam ter mudado as posições dos dispositivos em órbita e interrompido o tráfego de dados, disse a Symantec. "A interrupção dos satélites poderia deixar as instalações civis e militares sujeitas a grandes polarizações [no mundo real]", disse Vikram Thakur, diretor técnico da Symantec. "Somos extremamente dependentes de sua funcionalidade." A Symantec informou que já compartilhou informações técnicas sobre o ataque com o FBI e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Também informou agências de defesa na Ásia e outras empresas de segurança. O FBI não respondeu a um pedido de comentário. Segundo o executivo, o acesso dos hackers já foi removido dos sistemas infectados. Segundo Thakur, a Symantec detectou o uso indevido de ferramentas de software comuns em sites de clientes em janeiro, levando à descoberta da campanha em alvos não identificados. Ele atribuiu o ataque a um grupo chamado internamente como Thrip -- outras empresas possuem nomes diferentes para ele. Não ficou claro como o Thrip conseguiu entrar nos sistemas. No passado, dependia de e-mails enganosos que infectavam anexos ou levavam os destinatários a links maliciosos. Desta vez, em vez de infectar os computadores de usuários, mirou os servidores, o que dificulta a detecção. A Symantec não culpou diretamente o governo chinês pelo ataque. A empresa disse que os hackers lançaram sua campanha de três computadores na região. Em teoria, essas máquinas poderiam ter sido comprometidas por alguém em outro lugar. 21/06/2018

'Na transformação digital, você fala diretamente com o cliente', diz líder de computação em nuvem da Amazon


'Internet e smartphones fazem consumidores esperarem relação mais próxima com negócios', diz ao G1 Adrian Cockcroft, vice-presidente da AWS, responsável por 72% do lucro da Amazon. Amazon Web Services Divulgação/Amazon Se você gosta de ?Casa de Papel?, ?Sense8? ou ?Stranger Things?, há um homem a quem agradecer: Adrian Cockcroft. Ele foi o responsável por desenhar a arquitetura de computação em nuvem da Netflix, no momento em que a empresa abandonava de vez o negócio de aluguel de DVD e passava a transformar sua plataforma de streaming de vídeo em um negócio global. Em 2009, quando a companhia estava prestes a lançar sua primeira operação fora dos Estados Unidos, no Canadá, ele bateu na porta da Amazon Web Services para discutir como seria possível hospedar na nuvem uma cópia do acervo da Netflix em cada canto do mundo onde pretendia entrar. E de uma forma que os clientes pudessem apertar o play e não ter muitos problemas para ver séries e filmes. Hoje, ele mesmo migrou para a nuvem: é o vice-presidente de arquitetura em nuvem da AWS e ajuda outras empresas a abrir mão de um data center próprio e guardar seus dados nos computadores da empresa. Apesar de a Amazon ser bastante conhecida como a maior varejista do mundo, a computação em nuvem responde por 72% dos US$ 1,92 bilhão de lucro operacional da empresa, segundo dados do primeiro trimestre de 2018. Ainda que a empresa tenha clientes como Nasa, a prefeitura de Nova York, gigantes globais, como o banco AIG, e regionais, como Magazine Luiza, ele se empolga mesmo com startups, como o Nubank, porque a fintech brasileira ?nasceu do zero? já na nuvem. Ele está no Brasil pela primeira vez desde 1994 para palestrar em um evento da Amazon Web Services que ocorre nesta quinta-feira (21). Além de retornar ao país em ano de Copa do Mundo, o que ele jura que é pura coincidência, Cockcroft não poderia ter escolhido melhor momento para a visita. O governo federal acabou de publicar diretrizes para órgãos públicos contratarem serviços de computação em nuvem e o Banco Central criou regras para os bancos brasileiros que queiram hospedar dados de seus clientes fora de seus sistemas. Coincidência ou não, ele e o governo veem na digitalização de alguns processos um dos trunfos da computação em nuvem. ?Se um banco tivesse 2 mil agências, ele teria 2 mil pontos de acesso aos consumidores. Mas isso foi antes da transformação digital, porque hoje todos os seus consumidores têm um aplicativo para celular que faz as mesmas coisas que uma agência fazia. Se antes você tinha 2 mil, agora têm alguns milhões de consumidores que a todo momento podem se conectar a você.? ?Na transformação digital, em vez de gerenciar seu serviço indiretamente, você fala diretamente com o cliente. Essa é a coisa mais básica para todas as indústrias: internet, smartphones e todas essas tecnologias digitais, que todos carregam consigo, agora fazem com que os consumidores esperem relação mais próxima com negócios.? Adrian Cockcroft, vice-presidente de estratégias para a nuvem da Amazon Web Services. Reprodução/Vimeo Veja abaixo os principais trechos da entrevista: G1 - Você trabalhava na Netflix, uma das maiores clientes da AWX, e agora lidera a estratégia de nuvem da Amazon. Que lições levou? Adrian Cockcroft - Eu entrei na Netflix em 2007, justamente quando estavam lançando o serviço de streaming. Antes disso, era só um negócio de aluguel de DVD. Nessa época, ela era totalmente operada em Data Center. Crescíamos muito rápido e queríamos ir além dos EUA para nos tornar global. Por volta de 2009, quando estávamos trabalhando para operar em todo o mundo, olhamos para os Data Centers e pensamos: 'Isso não vai dar certo'. Conversamos com a AWS, e a Netflix se tornou o primeiro grande cliente, porque até ali ela costumávamos trabalhar com startups. A arquitetura de hoje é a que definimos em 2010. G1 - Há alguma série da Netflix que você curte? Cockcroft - Eu gosto de ?Chef's Table?, em que eles acham um chef e investigam a fundo o que ele faz e por que faz. Um deles foi sobre um chefe da Patagônia, que costuma viver no meio da floresta, cozinhando a própria comida. Era uma abordagem totalmente diferente. G1 ? Nunca pensou em dar uma olhadinha na próxima temporada do ?Chef?s Table?, já que todo o acervo da Netflix está na Amazon? Cockcroft - Não funciona desse jeito. A gente não pode ver nada do que os nossos consumidores estão hospedando. Tudo é criptografado e fica completamente isolado. O que a AWS vê é, ?Ok, esse cliente tem mil máquinas sendo usadas'. Só temos que saber o suficiente para cobrar o preço correto. Nós só precisamos saber o suficiente para mandar a conta certa (risos). O que você quer rodar nessas máquinas fica por sua conta. Nos primeiros dias da Netflix, que é um grande competidor do [serviço de streaming de vídeo] Amazon Prime, os serviços da AWS foi o escolhido para o negócio ser construído. E a Netflix nunca teve nenhum problema de a Amazon Prime ficar sabendo o que eles estavam fazendo. G1 ? Como vocês garantem que os dados são mantidos em segurança e que a transferência dessas informações é feita sem interceptações? Cockcroft - Os dados são criptografados e só o cliente possui a chave. Quando isso ocorre, os dados viram só números aleatórios para qualquer outra pessoa. Se pudesse ver os dados, você veria que tudo está embaralhado. Quando uma requisição é feita para usar aquela informação, o cliente manda a chave para decodificar somente os dados pertinentes para aquela solicitação. G1 ? Apesar dos ataques do presidente Donaldo Trump à Amazon, a empresa é uma das maiores fornecedores do governo norte-americano. Com que órgãos federais vocês trabalham lá? Cockcroft - Nós temos uma versão da nuvem, chamada de Gov Cloud, que é feita especificamente para organizações do governo. É o caso da Nasa. Todos que trabalham lá têm de ser cidadãos norte-americanos. Em um nível, temos um modelo diferente de segurança, regras diferentes sobre quem pode operar. Em outro, temos um estágio ainda maior de sigilo manter [essas informações] ainda mais isoladas. G1 - O governo brasileiro lançou diretrizes que órgãos públicos devem seguir na hora de contratar nuvens públicas. Como o Brasil é um dos maiores mercados para vários segmentos de tecnologia, qual é o tamanho dessa oportunidade para a Amazon. Cockcroft ? Estamos conversando com todos os governos do mundo. É uma grande oportunidade para a gente. Não conheço a fundo o processo de modernização do Brasil, mas sei que houve projetos semelhantes lançados na França, Argentina, EUA e no Reino Unido. Estamos vendo governos de todo mundo indo para a nuvem, para ter agilidade, velocidade e redução no custo de produção, em comparação ao jeito que costumam fazer as coisas antes. São sistemas muito, muito velhos. Alguns deles foram construídos há 30, 40 anos e precisam ser atualizados. Vemos que querem oferecer melhores serviços para os cidadãos. G1 - Tanto você como o governo brasileiro falam de transformação digital. Afinal, o que é isso. Cockcroft - Essa é uma expressão comum e a melhor forma de entendê-la é pensar em como os negócios eram feitos anteriormente: eles atendiam aos consumidores apenas de forma indireta. Pene nos bancos: eles construíam produtos de tecnologia para automatizar suas agências; para ser atendido, você tinha que ir até lá, já que era onde as máquinas estava. Se um banco tivesse 2 mil agências, ele teria 2 mil pontos de acesso aos consumidores. Mas isso foi antes da transformação digital, porque hoje todos os seus consumidores têm um aplicativo para celular que faz as mesmas coisas que uma agência fazia. Se antes você tinha 2 mil, agora têm alguns milhões de consumidores que a todo momento podem se conectar a você. Esse é o exemplo para bancos, mas você pode pensar na TV. Se você é um canal de TV, provavelmente, trabalha com pontos de distribuição local. É essa filial, que talvez atenda 20 cidades, que diga quantas pessoas estão assistindo a um programa. Há no modelo do Netflix, tudo vai diretamente para o consumidor final. Veja o exemplo da internet das coisas. Os fabricantes esperavam fazer algo, colocar em uma caixa, ser pagos e nunca mais ver aquilo novamente, pois, muito provavelmente, seria alguma reclamação porque o aparelho quebrou. Agora, quando enviam um produto esperam ouvir sobre ele a cada cinco minutos. Ele simplesmente liga para você, porque a Internet das Coisas está na sua porta da frente, na sua campainha, no seu termostato. Na transformação digital, em vez de gerenciar seu serviço indiretamente, você fala diretamente com o cliente. Essa é a coisa mais básica para todas as indústrias: internet, smartphones e todas essas tecnologias digitais, que todos carregam consigo, agora fazem com que os consumidores esperem uma relação direta com um negócio. G1 ? Com tantos dados fluindo das pessoas para as empresas e também na mão contrária, qual a importância de ferramenta de inteligência artificial para processar todas essas informações? Cockcroft - Quando um canal transmite um programa às 21h, tem de perguntar a outra empresa quantas pessoas ela acredita terem visto aquilo, para decidir quanto pode ser cobrado pelos anúncios baseado nessas taxas. Quando você vê um produto diretamente levado ao consumidor, sabe exatamente quem o vê. Sabe quem viu da última vez e sabe exatamente quem deveria ver. A inteligência artificial pode olhar para o comportamento de milhões de consumidores e dizer, ?Pessoas que gostaram dessas coisas aqui podem curtir aquilo ali'. Um algoritmo comum de personalização consegue ainda dizer todas as coisas de que talvez você gostaria com base no que as pessoas que viram o que você viu gostaram de ver. G1 ? Uma das diretrizes do governo brasileiro é que os dados de serviços públicos não sejam hospedados fora do país. Você já viu isso em outro lugar no mundo? Cockcroft - Sim, isso já aconteceu com outros governos quando eles começaram a mover seus dados. Nós temos uma operação aqui [no Brasil] e nunca mudamos os dados de lugar. Se o cliente quiser deixar os dados dele aqui, nunca mudaremos para outro lugar. G1 ? O Banco Central permitiu que bancos guardem dados de seus clientes em nuvens no exterior, desde que os países de destino tenham acordo de transferência com o BC. Isso pode atrapalhar? Cockcroft - Nós vemos bancos ao redor do mundo levando seus dados para a nuvem. E trabalhamos com vários organizações de estado para, em alguns momentos, mudar as regras, em outros, pedir mais esclarecimentos. Recentemente, os reguladores brasileiros permitiram levar dados para a nuvem. Já fizemos essa migração em vários outros países, dos EUA a Cingapura. Tudo isso está acontecendo porque, se você voltar alguns anos atrás, as pessoas nessas indústrias diziam que nunca mudariam para a nuvem. Diziam, 'Se a gente ignorar, tudo isso irá sumir'. Agora, é difícil achar quem diga que a migração não vai acontecer. Dizem, 'Isso vai acontecer comigo um dia'. Agora, que tudo é visto como inevitável, a pergunta passou a ser: 'Quando e como chegamos lá?'. Estamos vendo muitos consumidores tendo vantagens como agilidade ao usar a nuvem e deixando de lado infraestruturas usadas anos atrás. Estamos ainda vendo novas companhias, como o Nubank, que está crescendo muito rapidamente ao atender as necessidades de clientes e fazendo os outros bancos ter de competir com ele. Em todos os países, encontramos companhias preocupadas em ser as primeiras e encarar todos os problemas disso, quando deveriam querer ser as primeiras e ter os benefícios de ser as primeiras. Vemos isso com bancos, indústrias. E o que os concorrentes deles estão tendo que fazer é segui-los ou copiá-los. G1 - Quais setores, impensáveis até pouco tempo atrás, estão migrando para a nuvem? Cockcroft - Os primeiros mercados foram varejo e entretenimento, mas agora os bancos entenderam. Todos estão em lugares diferentes mas entenderam o que precisam fazer. A indústria é um dos mercados interessantes que está adotando a nuvem. A empresas de energia também estão tentando se reinventar ao ir para a nuvem. No Oriente Médio, eles estão sentados sobre todo aquele óleo, mas ainda assim estão construindo painéis solares o mais rápido possível. Estão se perguntando sobre o que seria uma economia pós-petróleo e pensando se será uma economia digital. Por isso, estão usando todo o dinheiro ganho óleo e investindo em energias renováveis. Carros estão se tornando laptops com volantes. Há muita tecnologia neles, principalmente nos carros elétricos. Há muitas companhias de energia pensando em como se preparar para atender o que está por vir, já que não haverá postos de gasolina e, sim, pontos de recarga. O carro deixou de ser aquele produto que você vende e não quer mais ver. Agora, ele é completamente conectado. Todos os carros da Tesla que estão circulando por aí estão gravando toda rodovia para saber, por exemplo, quão rápido o tráfego está fluindo, e as empresas automotivas estão coletando todos esses dados. 21/06/2018

Instagram lança IGTV, app para vídeos mais longos, e abre disputa com YouTube para atrair criadores


Com a mudança, o aplicativo quer incentivar que mais criadores adotem a plataforma como escoadouro para suas produções. Kevin Systrom, um dos fundadores do Instagram. Helton Simões Gomes/G1 O Instagram lançou um aplicativo novo, chamado IGTV, que exibe vídeos mais longos, de até uma hora, enquanto atualmente apenas criações com até um minuto são permitidas. Com isso, a rede mira o público do YouTube, mas não esconde que quer roubar expectadores da TV tradicional ?Hoje ainda vemos vídeos no formato da TV, o que nos faz ter que virar o celular. É época do vídeo avançar e evoluir?, disse Kevin Systrom, presidente-executivo e um dos fundadores do Instagram. Com a mudança, o aplicativo quer incentivar que mais criadores adotem a plataforma como escoadouro para suas produções. A novidade é o movimento mais robusto da rede social, que pertence ao Facebook, para bater de frente com o YouTube, do Google, que criou um novo mundo de influenciadores digitais ? você os conhece como youtubers. ?Alguns criadores já veem o Instagram como sua casa?, diz Krieger. O executivo adicionou que os vídeos poderão ser incluídos diretamente na plataforma Watch, do Facebook. Durante o anúncio, feito nesta quarta-feira (20), a companhia aproveitou ainda para divulgar que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários, após oito anos de seu nascimento. ?A gente conseguiu evoluir o produto para não ser algo super específico?, disse Mike Krieger, brasileiro que, além de também ser um dos fundadores do Instagram, é diretor de engenharia do app. ?Os primeiros usuários eram mais hipster mesmo." Os vídeos mais extensos representam um salto em relação à proposta original do Instagram, que nasceu para ser um repositório de fotos sobre acontecimentos cotidianos. Quando liberou a publicação de vídeos, limitava os conteúdos a 15 segundos, mas essa barra foi ampliada para os atuais 60 segundos. Instagram lançou um aplicativo novo, chamado IGTV, que exibe a publicação de vídeos mais longos Divulgação IGTV No IGTV, os criadores poderão optar por resolução de imagem de até 4K, e não será dessa vez que o vídeo na horizontal vai pegar ? o padrão de incentivar a publicação de imagens na vertical permanece, para se acomodar melhor à forma como as pessoas seguram smartphones. O Instagram até brincou com isso: antes da apresentação, uma TV exibia imagens na horizontal, mas, prontamente, o aparelho começou a girar até que ficasse na vertical. Krieger fez questão de diferenciar o IGTV de outras plataformas de streaming de vídeo, como Netflix e HBO, que criam ou compram produções originais. ?O IGTV é conteúdo de usuário e não pago. É importante diferenciar isso, já que você pode ir a outros lugares e ver uma coisa mais produzida? como as feitas por ?Netflix e HBO?. Modelo de negócios "No primeiro dia, não vai ter monetização mas a gente vai bater um papo com os criadores?, diz Mike Krieger, outro dos cofundadores do Instagram. ?A gente vai discutir o melhor modo para eles fazerem renda com isso. Ele não descarta que a plataforma será usada para abrigar publicidade, mas não no início. ?Anúncio não, para começar, mas é algo que vamos olhar?, diz. ?Isso vai vir ao longo dos meses? Adotar vídeos mais longos é ainda uma oportunidade para o Instagram ampliar a exibição de publicidade na rede social. O Facebook já inclui anúncios publicitários em vídeos mas extensos publicados por lá. Até agora, a única abordagem do Instagram nesse sentido é a inclusão de posts patrocinados no meio da linha do tempo e entre os Stories dos usuários. A novidade é também mais um passo do Instagram para deixar de ser só uma rede social e se tornar uma plataforma para outros tipos de interação. No começo do ano, a rede social liberou alguns recursos para lojas virtuais que a usavam como vitrine. A partir daí, elas podiam vender os produtos mostrados nas fotos e vídeos. IGTV, do Instagram, deve concorrer com o YouTube Divulgação Assim que abrir o app, o usuário vai se deparar com vídeos executados automaticamente, publicados por amigos ou por outros criadores, selecionados pelo Instagram com base nos interesses do usuário. Ao deslizar a tela para cima, surgirão categorias de vídeo como ?para você?, ?seguindo?, ?popular? e ?continue assistindo?. Apesar de anunciar que quer se afastar da TV, o Instagram construiu um app que possui canais. Mas, segundo ressalta, os canais são os perfis de cada criador presente na plataforma. 20/06/2018

Facebook levará jogos interativos e pesquisas de opinião a vídeos ao vivo


Novidades incluem ainda a realização de concursos com prêmios em dinheiro por meio da plataforma de vídeo da rede social. Vídeos ao vivo no Facebook. Divulgação/Facebook Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que oferecerá uma série de novos formatos para sua plataforma de vídeo, incluindo jogos interativos, pesquisas e concursos. Os novos formatos estarão disponíveis para criadores de conteúdo de vídeo na rede social, que busca um nicho para competir com Netflix e YouTube, entre outros. Uma das funções do Facebook permitirá a interatividade, que poderá ser utilizada em jogos e concursos com prêmios em dinheiro. "Acreditamos que ver vídeos não tem que ser algo passivo, e que muitos tipos de formatos de entretenimento tradicional -- desde programas de jogos até séries de telerrealidade e conteúdos baseados em roteiros -- podem ser reinventados para ser um centro comunitário", declarou o Facebook. Entre as atrações do novo formato está o show "Outside Your Bubble", da BuzzFeed News, que desafiará os participantes a dar um "passo fora da bolha" e adivinhar o que estão pensando as pessoas em diferentes grupos das redes sociais. 20/06/2018
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