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'CS: GO': jogo que inspirou comemoração de Neymar, já foi proibido no país e tem campeões mundiais brasileiros; saiba mais


'Counter-Strike: Global Offensive' tem história de controvérsias e sucesso, com Neymar e outros milhões de fãs. Justiça brasileira já tentou proibir e um dos criadores foi preso por exploração sexual. Imagem do jogo CS: GO mostra lançamento de flashbang, que inspirou comemoração de Neymar Reprodução A comemoração do gol do Neymar contra o México, com ele e os outros jogadores tapando o rosto com os braços, parecia uma imitação do choro do Quico, personagem do mexicano "Chaves". Mas era referência ao jogo "CS: GO", um dos mais controversos e bem-sucedidos da história dos games. "CS:GO" é a sigla de "Counter-Strike: Global Offensive". É a versão atual de "Counter-Strike", jogo de tiro surgido em 2000, e que entrou na fase "Global Offensive" em 2012. Confira comigo no replay: antes de colocar o braço no rosto, Neymar faz o gesto de jogar uma bombinha. É o flashbang, item que provoca o efeito de cegueira no jogo. Os jogadores da seleção já mostraram o game nos bastidores em redes sociais. Ou seja: foi "CS: GO" mesmo, não Quico. Initial plugin text Leia sobre o "Counter-Strike: Global Offensive" e clique nos links para saber mais: A Justiça já baniu o jogo no Brasil Em 2008, ainda antes do lançamento da versão "Global Offensive", "Counter Strike" foi considerado "nocivo à saúde do consumidor" e recolhido de lojas no Brasil. Uma grande discussão sobre jogos de tiros aconteceu na época (veja uma das matérias do G1). Segundo o descrição do Procon de Goiás na época, "o participante pode escolher o lado do crime: virar bandido para defender a favela sob seu domínio. Quanto mais PMs matar, mais pontos. A trilha sonora é um funk proibido". A venda só voltou a ser liberada no ano seguinte, em 2009. Brasil tem campeões de Counter-Strike O G1 acompanhou em 2016 uma grande vitória brasileira. Foi a conquista da equipe brasileira SK Gaming, que bateu os americanos da Team Liquid na SL One, competição de "CS:GO". Foi uma das primeiras e mais marcantes vitórias brasileiras dos eSports. A SK Gaming está atualmente sem time, após a saída de seus principais jogadores. Mas ainda é o único bicampeão consecutivo dessa batalha. Criador foi preso nesse ano A marca parece atrair polêmica, mesmo que não seja no jogo em si. Em fevereiro de 2018, Jess Cliffe, um dos criadores do jogo, foi preso pela polícia de Seattle, acusado da exploração sexual de uma criança. A Valve, empresa na qual Cliffe trabalha como designer de games desde 2003, o suspendeu após a prisão. Cliffe criou o jogo com a ajuda do designer Minh Le a partir de modificações no clássico "Half-Life". Tempos depois, a Valve comprou os direitos de "Counter-Strike", e lançou novas versões do jogo, como "Counter-Strike: Global offensive". 'Counter-Strike: Global Offensive' Divulgação 03/07/2018

Copa de Hits: após acertar os 2 jogos, G1 simula Brasil x Sérvia no 'Fifa18' com MC Loma; veja


G1 chama cantores de hits da Copa simular jogos do Brasil no videogame. MC Loma representa o Brasil contra a Sérvia, fala de vida pós-'Envolvimento' e possível turnê pela Europa. Copa de Hits: MC Loma e as Gêmas Lacração Começou como brincadeira, mas a coisa ficou séria. Depois de acertar o empate do Brasil contra a Suíça, e cravar o placar da vitória de 2 a 0 sobre a Costa Rica, a Copa de Hits, em que o G1 convida músicos para jogar no videogame as mesmas partidas do Brasil na Copa, convoca MC Loma e as Gêmeas Lacração para simular a partida derradeira contra a Sérvia, que acontece nesta quarta-feira (27), às 15h. A boa notícia é que, se depender das criadoras de ?Envolvimento? e ?Disputa do Bumbum?, Neymar e companhia se classificam com folga às oitavas da Copa do Mundo na Rússia. Num confronto simulado no game ?Fifa 18?, Loma conseguiu uma vitória tranquila de 4 a 0 sobre os adversários. Assista no vídeo acima à terceira edição da Copa de Hits, com MC Loma e as Gêmeas Lacração. Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica no 'Fifa 18' e fala sobre música 'Agora é hexa' Copa de Hits: MC WM simula Brasil x Suíça no 'Fifa 18' e fala sobre 'Copa do Bumbum' e 'Fuleragem' MC Loma e as Gêmeas Lacração no clipe de 'Treme treme' Divulgação Após atingirem listas de mais ouvidas e conseguirem quase 250 milhões de visualizações no YouTube com ?Envolvimento?, Loma e as irmãs Mirella e Marielly lançaram ?Disputa do Bumbum? a tempo de embalar a campanha brasileira da Copa. Para isso, no entanto, a canção teve que passar por algumas transformações. ?Eu mudei algumas coisas, já tinha ela no meu bloco de notas?, conta Mirella. ?Escrevi uma música normal, mas depois coloquei umas coisas de Copa.? Em relação à competição, o empate na estreia foi decepcionante, mas elas acham injusto a cobrança sobre Neymar. ?Eu fiquei meio que sem esperança. Não vou mentir?, diz Loma. ?O povo só bota pressão em Neymar. Ele dá o máximo dele.? 27/06/2018

Bitcoin despenca 70% seis meses após atingir pico de US$ 20 mil; analistas falam em 'estouro da bolha'


Moeda virtual chegou a ser vendida a US$ 20 mil em dezembro; maior escrutínio de autoridades financeiras e ceticismo derrubaram a cotação. Representação da moeda virtual bitcoin Jack Guez/AFP A desconfiança do mercado financeiro fez o bitcoin derreter desde o fim do ano passado, quando chegou a ser vendido por US$ 20 mil, a maior cotação da história da criptomoeda. Desde dezembro de 2017, a moeda virtual beira os 70% de queda. Enquanto a euforia de investidores contribuiu para levar o preço do bitcoin às alturas, o maior escrutínio de autoridades financeiras sobre levantamentos de capita com toda e qualquer moeda criptográfica ajuda a segurar o ânimo com a maior delas. Soma-se ainda a desconfiança, levantada por acadêmicos e firmas de análise de mercado, de que a guinada do bitcoin foi sustentada artificialmente por um esquema quase tão complexo quanto as próprias moedas digitiais criado por uma das maiores ?casas de câmbio? dessa área. A valorização do bitcoin, que só no ano passado disparou mais de 1.000%, acendeu o sinal vermelho para a formação de uma bolha especulativa. Se 2017 foi um ano de crescimento astronômico para o bitcoin, o mesmo não ocorre em 2018. Desde o começo do ano, a moeda virtual já caiu 54%. Na última sexta-feira (22), era negociada a US$ 6.198. Já em relação a dezembro do ano passado, quando atingiu os US$ 20 mil, a derrapada é ainda mais intensa: de 69%. Com o declínio, especialistas avaliam que a bolha possa ter estourado. ?A gente teve aquela grande escalada de preço no fim do ano, que foi o grande excesso. Hoje, em retrospectiva, a gente consegue enxergar que houve uma grande euforia?, diz Fernando Ulrich, especialista em criptomoedas da XP Investimentos, uma das maiores corretoras de investimentos do Brasil e que está em processo de aquisição pelo Itaú. ?Tinha gente que dizia que era bolha na época. Acho que sim, tinha um grande excesso de preço.? Veja no vídeo abaixo o que é bitcoin: Educação financeira: entenda o que é o Bitcoin Veja perguntas e respostas sobre o que é bitcoin Ceticismo ?Flutuações semelhantes já aconteceram no mercado de ?criptoativos? ao longo dos últimos anos. Entendemos como um movimento natural do mercado reagindo a diferentes acontecimentos como regulações e proibições em alguns países, casos de invasões de hackers a corretoras?, diz Youyang Jiang, diretor-geral da CoinBene, uma das maiores exchange do mundo que acabou de chegar ao Brasil. As investidas de órgãos de controle financeiras atingem em cheio uma das principais peculiaridades do bitcoin: a de não estar sob a supervisão de nenhuma autoridade financeira. Só que os investimentos feitos em moedas criptográficas que seguiram o rastro do bitcoin entraram de vez na mira de reguladores do mercado. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proibiu que fundos invistam em criptomoedas. A SEC, equivalente à CVM para os Estados Unidos, revelou em março ter aberto investigações sobre ofertas públicas iniciais de moedas virtuais, as ICOs. Elas são vendas de fatias de um determinado negócio. Só que, em vez de ações, os compradores adquirem novas moedas virtuais, geradas apenas para aquela transação. Outra pedra no caminho do bitcoin é o aumento das suspeitas de que o preço só subiu porque uma das maiores ?corretoras? de criptomoeda manipulou o mercado. A corretora Bitfinex passou a encontrar dificuldade de encontrar bancos que gerissem suas contas correntes. Por isso, inventou o Tether, que, segundo promete, equivale a US$ 1. Assim, à medida que alguém usava US$ 1 para comprar alguma criptomoeda na Bitfinex, um Tether era emitdo. Dessa forma, o Tether, que não é uma moeda criptográfica, mas, sim, uma ?ficha? digital funciona, na prática, como uma nota promissória de dólar. Só que o Tether passou a ser aceito por outras corretoras, também impedidas de trabalhar com dólares por não ter conta em banco. A ideia é que a troca de Tether por dólares possa ser feito a qualquer momento, mas os fundos para cobrir a quantidade de Tether em circulação nunca foi comprovada. Pesquisadores da Universidade do Texas descreveram em um estudo que as movimentações de Tether responderam por até 50% da valorização do bitcoin nos 12 meses anteriores a março de 2018. O professor John Griffin e a pós-graduanda Amin Shams estimam que, sem a circulação de Tether nesse período, o bitcoin valeria cerca de US$ 4,1 mil em março de 2018 ? na época, porém, era vendida a US$ 7 mil. ?O dólar Tether pode ter tido uma influência, sim?, diz Ulrich, mas ressalta que sua presença não foi ?preponderante?. Normalização Os especialistas não descartam que a queda foi substancial, mas a encaram como uma tentativa do mercado de trazer sua cotação para um patamar mais sustentável. ?Essa reversão deve ser uma normalização?, diz Ulrich. O diretor-geral da CoinBene concorda: ?O mercado deve amadurecer no mundo inteiro?. ?Previsões de preços são sempre muito difíceis, mas esse é mais ou menos o patamar para os mineradores ficarem no zero a zerou ou minimamente rentáveis?, completa. ?Não é um piso, mas é um indicador do que seria algo mais saudável.? Mineradores são as pessoas que cedem a capacidade de seus computadores para que as transações de bitcoin sejam realizadas. Como a transferência de moedas requer a realização cálculos matemáticos complexos, é necessário o uso de processadores potentes para decifrá-los. Em troca, os mineradores recebem algumas moedas de tempos em tempos. Só que, como manter essas máquinas custa caso, principalmente com a energia para que funcionem e fiquem resfriadas, os mineradores podem acabar tendo de operar no vermelho caso o preço do bitcoin caia muito. ?Há diversos fatores para a valorização ou queda dos ativos digitais, que hoje são mais de 2 mil. O lado interessante dos últimos acontecimentos é o maior interesse da pesquisa acadêmica econômica. Isso pode ser muito positivo para o mercado?, diz Youyang Jiang. 26/06/2018

Recomendações feitas por inteligência artificial vão mudar suas decisões, diz líder do Google para Mapas


Serviço de mapas passou a ser usado para jogos que querem levar dinossauros, zumbis e fantasmas para o mundo real, além de tomar um banho de realidade aumentada e inteligência artificial. Gayathri Rajan, vice-presidente do Google Mapas. Divulgação/Google Dinossauros caminhando na avenida Paulista, principal via da capital paulista, assustariam mais se Pikachu e outros monstrinhos já não tivessem feito isso antes quando Pokémon Go virou febre no ano passado. A novidade por trás do game ?Jurassic World Alive" é que ele é um dos primeiros a usar a tecnologia do Google Mapas, aquele serviço que você usa quando não faz ideia de onde fica algum lugar ou quer escapar do trânsito. Essa é apenas uma das mudanças pelas quais o Mapas está passando, diz Gayathri Rajan, vice-presidente do Google Mapas, ao G1. ?Tínhamos os mapas em papel, passamos ao mapa em tempo real e agora tentamos recriar o mundo real e trazê-lo para os mapas.? Além de transformar o Mapas, assim como todas as informações contidas lá, em uma plataforma que pode ser usada por jogos, diversos mecanismos de inteligência artificial foram adicionados. Um deles é o que analisa todas as preferências gastronômicas de alguém para sugerir o melhor restaurante. Mas não só. O Google usa inteligência artificial também nas novas câmeras dos carros que captam imagens para o Street View. Com isso, os robôs são capazes de identificar nomes e números em placas de rua. ?Se você parar para pensar, o que é um mapa? Mapas são a representação do mundo real, mas, cada vez mais, você vê que os limites entre real e digital ficam borrados.? Veja abaixo os principais trechos da entrevista: Quando o Google Maps surgiu, a proposta era levar o mundo real para o digital. Em que estágio o serviço está agora? No passado, você tinha que usar papel para desenhar um mapa. Era algo que durava por muito tempo, mas já estava bom o suficiente. Agora, antes de ir a qualquer lugar, você pesquisa antes no seu celular como chegar lá. Por isso temos que liberar dezenas de atualizações aos mapas todos os dias. Hoje, o que temos é um mapa com vida própria, atualizado em tempo real. Como o mundo está mudando, temos que seguir de muito perto quais tecnologias usar para saber onde as coisas estão. Uma das mudanças que fizemos é para resolver um problema simples. Quando você recebe direções para ir caminhando a um lugar, ao começar, você não sabe quando virar à direita ou à esquerda. Tornar as coisas mais simples é algo no que eu acredito que a realidade aumentada pode ajudar. Tínhamos os mapas em papel, passamos ao mapa em tempo real e agora tentamos recriar o mundo real e trazê-lo para os mapas. A tecnologia que lançamos é algo como 'me ache onde quer que eu esteja no mundo real'. Sistema de roteamento do Google Maps que usa realidade aumentada para guiar pessoas. Divulgação/Google Algumas das ferramentas que vocês criaram, como usar inteligência artificial para identificar restaurantes de que as pessoas gostariam, usa informações coletadas no mundo digital para influenciar ações no mundo real. É realmente o intuito do Google? É um jeito interessante de pensar a respeito. A inteligência artificial, em geral, entende o que está acontecendo, tenta prever a resposta correta e aprende com tudo isso. Essa é a natureza dela. Ela sabe, com base nos dados, a que lugares as pessoas gostam de ir, lugares a que vocês já foi antes. A inteligência artificial aprende com o mundo, faz recomendações e aí sim influencia as decisões que você toma. O Google lançou uma integração do Mapas para desenvolvedores de games transferirem o mundo real para o mundo virtual dos jogos. Essa é uma nova abordagem do Maps? Nós fornecemos uma plataforma que tem uma visão em 3D do mundo. É algo que pode ser personalizado para o mundo dos games, mas de um jeito muito diferente do mundo real, ainda que baseado nele. Mostramos também quais são os lugares 'jogáveis', ou seja, os lugares em que ações dos games podem ocorrer, como aqueles em que você pode colocar o seu dinossauro ou o seu Pokémon. A realidade aumentada vai ser isso: objetos digitais colocados no mundo real para criar essa noção de que, no mundo, real e digital se tornaram parte da mesma realidade. Jogo 'Jurassic World Alive' usa realidade aumentada para mostrar dinossauros no mundo real e também o Google Maps. Reprodução/Ludia O Mapas também tem ferramentas para estabelecimentos comerciais se integrarem no mundo virtual. Vocês acham que precisam pressionar esses negócios para marcarem a presença no mundo virtual? Não é uma pressão, mas é uma forcinha para novos negócios que estão se tornando interessantes e estão crescendo, como por exemplo as empresas de entrega programada. Elas já usam tecnologia, como o Mapas, para obter direções e rotas e conseguir tocar seus negócios. Também há pequenas companhias que criaram suas operações de entrega como um atalho para conseguir cliente. Nós queremos ajudá-las a se tornar visíveis digitalmente e serem encontradas. O Google começou a usar um novo sistema nos carros do Street View. O que vocês pretendem fazer com essa informação? Quando lançamos o Street View há quase uma década, queríamos ajudar as pessoas a se encontrar e a entender como poderia ser um lugar a que elas estavam indo. Agora, conseguimos usar aprendizado de máquina para reconhecer nessas imagens que aquilo é o número dois ou isso é o número da rua. Com isso, podemos construir nosso conhecimento sobre lugares e endereços, o que é muito, muito útil. No Brasil, especificamente, letreiros e placas não são muito pouco visíveis. Essa ferramenta nos ajuda, de uma forma mais econômica, a atestar todos os endereços em nosso banco de dados. De outra forma seria muito difícil checar placa por placa todos os endereços do mundo. Novo carro do Google Street View Divulgação/Google Essa ferramenta ajuda vocês a colocar no mapa um estabelecimento que não estava lá antes? Isso nos ajuda a fazer atualizações. Isso nos ajuda a perceber se o número de um prédio contém ou não o número dois, por exemplo. Se as informações fornecidas pela cidade não derem conta de que esse estabelecimento existe, essa ferramenta nos ajuda a entender e a criar endereços de forma mais eficiente e rápida. Muitos pesquisadores criticam sistemas de roteamento, como Maps e Waze, por acreditarem que eles prejudicam o trânsito. Nossa inteligência artificial está constantemente aprendendo. Se ela vir que o tempo de tráfego estimado para uma rota está muito alto, o modelo aprende e a próxima pessoa a pedir um itinerário vai receber uma sugestão diferente. É realmente dinâmico. Se há congestionamento e um grande número de pessoas está nessa rota, elas rapidamente são orientadas a seguir por outra rota. E você não poderia fazer isso sem aprendizado de máquina. Só é possível porque ela lê o fluxo de dados em tempo real. Eu acho que São Paulo é uma cidade muito, muito grande, e o tráfego definitivamente vai piorar a não ser que façam mais ruas e rodovias. Não acho que o trânsito seja culpa do Mapas. 23/06/2018

Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica no 'Fifa 18' e fala sobre música 'Agora é hexa'


Grupo ganhou de 2x0 do adversário da seleção brasileira e conversou sobre canção gravada com Anavitória e outras músicas como 'Saideira' e 'Cerveja de garrafa'. Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica e fala sobre 'Agora é hexa' Se a seleção brasileira se inspirar no grupo Atitude 67, pode ser que consiga se recuperar na Copa do Mundo e consiga uma vitória contra a Costa Rica nesta sexta-feira (22), na segunda rodada da fase de grupos. O sexteto do MS, que atingiu a lista de 50 maiores virais do Spotify com as músicas "Saideira" e "Cerveja de garrafa (fumaça que eu faço)", participou da nova canção da dupla Anavitória, "Agora é hexa", uma celebração do possível título brasileiro na Rússia. Se revezando nos controles do video game, o grupo conseguiu uma vitória de 2 a 0 para o Brasil em uma partida de "Fifa 18" contra a Costa Rica. Isso talvez seja um bom sinal, considerando que a primeira simulação feita pelo G1, com participação de MC WM, acabou no 0 a 0, e a seleção realmente ficou no empate por 1 a 1 contra a Suíça no último domingo (17). Nos próximos dias, o G1 convida artistas que lançaram canções relacionadas ao mundial para simular no videogame os jogos da seleção na Copa. Assista no vídeo acima à segunda edição da Copa de Hits, com o grupo Atitude 67. Os membros do Atitude 67 se mudaram para São Paulo e dividem uma casa Divulgação O grupo ficou um pouco decepcionado com o primeiro resultado do Brasil, mas teve a difícil missão de levantar a energia do público após o empate. "A gente tentou trazer a energia. A galera já tava meio bêbada, né? Então a gente tentou dizer que o empate era nosso e vambora", conta Karan, responsável pelo pandeiro e uma das vozes do Atitude 67. Mesmo assim, eles continuam confiantes no hexa, mesmo que isso signifique que a canção não tenha uma vida útil tão longa ? ou talvez tenha. "A gente conversou isso quando estava no estúdio com as meninas da Anavitória", conta o vocalista Pedrinho. "Qualquer coisa, se colocar 'Agora é hepta' vai rimar da mesma forma. A métrica é a mesma. E vai dar sorte. Então a gente quer que ganhe. Vai ser muito legal se ganhar porque vai marcar uma coisa incrível, que é o hexa." Initial plugin text 22/06/2018

Uso de aplicativo para obter 'root' no Android e fraude com boleto falso: pacotão de segurança


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. Um dos vários avisos de segurança recebidos ao tentar baixar e instalar o Kingroot: 'este tipo de arquivo pode danificar o seu dispositivo'. Reprodução >>> Software de root no Android Eu gostaria de pedir uma atenção especial de vocês para o aplicativo que faz root no celular chamado KingRoot. Ele faz root e aparentemente tem uma conexão constante com servidores chineses. Pesquisando na internet, vi que muitas pessoas dizem que ele rouba dados. Usei meu celular rooteado com esse aplicativo por mais de 1 ano. Então imaginem como estou preocupado. Sempre tive cuidado com isso, mas também sempre instalei aplicativos de fora da Google Play Store. Agora estou tendo muito mais atenção. Troquei senhas, retirei o root, estou até usando firewall no celular. Wagner Wagner, o processo de realizar "root" (superusuário) no celular -- não importa a forma ou aplicativo -- já é por si só uma redução na segurança do telefone. Se você preza pela segurança, realizar root e baixar aplicativos fora da Play Store são atividades desaconselhadas. Afinal, a finalidade de realizar o root é desbloquear a realização de ações que são bloqueadas pelo sistema justamente para garantir a confiabilidade e a segurança do celular. Se você age no sentido de derrubar essas barreiras, você está quase sempre prejudicando sua própria segurança. Não é apenas uma questão de utilizar esse ou aquele aplicativo para realizar o root -- qualquer root traz riscos para o uso do seu celular. Dependendo do método utilizado e do aparelho, há até um risco de danificar o celular de tal maneira que ele não ligue mais. Dessa forma, Wagner, você se contradiz quando fala que "sempre teve cuidado" e que "sempre instalou aplicativos fora da Play Store". Você decidiu adotar um comportamento arriscado porque confiava na sua habilidade de medir o risco dos aplicativos. O problema agora, como você está vendo, é que medir a confiança de aplicativos é algo extremamente difícil. Será que o Kingroot é mesmo malicioso ou não? Para um aplicativo relativamente conhecido, poucos antivírus detectam o Kingroot como um código malicioso. Mas é aí que mora o problema: como é um aplicativo de uma fonte terceirizada, não é possível saber o que o aplicativo faz depois de instalado, se todas as pessoas que baixam recebem o mesmo arquivo, se não existem versões modificadas na internet e por aí vai. Em nenhuma hipótese é possível recomendar esse tipo de procedimento, do ponto de vista da segurança, independentemente da qualidade do aplicativo envolvido. Isto dito, existem mecanismos semioficiais para desbloquear o celular e obter root. Eles são destinados a programadores e sua dificuldade é compatível com o público que se espere que utilize esses métodos. Uma vez obtido o root, é possível usar o aplicativo SuperSu (que está na Play Store) para gerenciar o root. >>> Boleto na compra de drone Gostaria de saber mais sobre meu caso. Eu estava procurando um drone para comprar e fui no mercado livre vi o anuncio de um vendedor e fiz o contato com o vendedor para a entrega do produto e foi enviado a mim o boleto com nomeado com os dados do Mercado Livre. Fiz o pagamento e na minha conta Mercado Pago ficou como pendente e como se eu fosse o vendedor. Fiz a reclamação no Mercado Livre e eles passaram que não foram eles que me enviaram o boleto e não tem como fazer o reembolso, pois o vendedor já tinha sacado o valor do Mercado Pago, e é pra eu pedir o reembolso à instituição financeira. O que devo fazer? Danilo Rosa O seu caso parece idêntico a outros que já foram assunto neste pacotão de dúvidas (veja aqui, por exemplo): o vendedor entrou em contato com você de alguma forma, enviou documentos (boletos) falsos e você fez o pagamento. Como o dinheiro nunca caiu na conta do Mercado Pago, o Mercado Livre não tem condições de realizar o reembolso para você. Realmente, apenas a instituição financeira teria condições de realizar o reembolso. Na prática, isso é extremamente difícil e raramente é oferecido qualquer reembolso, porque é possível que os criminosos já tenham feito o saque do valor. Como o boleto é apenas um documento que autoriza uma transferência de dinheiro, do ponto de vista do banco você entregou esse dinheiro na mão dos criminosos -- e, portanto, o banco também não é culpado pelo ocorrido. Você pode e deve tentar buscar todo o auxílio possível (Procon, polícia e Poder Judiciário), inclusive porque pode ter ocorrido alguma falha do banco ao não identificar a fraude (embora também exista a possibilidade de os criminosos terem usado a conta de uma empresa que não sabia o que estava acontecendo). Mas, independentemente do resultado obtido, você precisa tomar mais cuidado e utilizar os sistemas de pagamento online (PagSeguro, Mercado Pago, PayPal, etc) de forma correta. Você não deve aceitar documentos recebidos por e-mail. Além disso, pagar por cartão é normalmente mais seguro do que boleto, porque você pode pedir o cancelamento do valor pago. Mas, como você abriu um documento enviado pelos criminosos, você também poderia ter aberto um site de pagamento falso para o cartão e entregue todos os seus dados para os bandidos -- você provavelmente teria que cancelar o cartão todo. É por isso que você só deve realizar o pagamento pelo site original do sistema de pagamento. >>> IMEI e número de telefone Quando alguém possui o IMEI de seu celular, essa pessoa pode descobrir seu número de celular? E se essa pessoa possuindo o IMEI, pode ver todos os acessos de apps e Internet que faz no celular? Annie Uma pessoa não pode fazer isso, mas a operadora de telefonia pode, com certas restrições. Ou seja, se você for alvo de uma investigação da polícia ou de um processo na Justiça, a operadora pode ser obrigada a informar os números de telefone que estão ou já foram associados a um IMEI. Da mesma forma, a polícia também pode solicitar grampos no seu acesso à internet, o que permitirá visualizar parte do acesso que você acessa nos aplicativos. Os aplicativos que você instalou em seu celular também podem ser obtidos junto ao Google ou à Apple. A lista pode não ser totalmente confiável, mas também pode ser útil, dependendo do caso. De qualquer modo, estas são informações que podem ser solicitadas às empresas no âmbito da Justiça. Uma pessoa normal, em sua própria capacidade, não teria condições de descobrir todas essas informações. O IMEI, como já explicado nesta coluna, é um número de identificação do aparelho junto à operadora. Existe muito misticismo ao redor desse número, mas ele só revela qualquer informação quando associado àquilo que a operadora sabe de seu cliente ou número de telefone. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima! 21/06/2018
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