Home Empresa Serviços Portfólio
3d + CLan Localização Contato

 Notícias tecnologia


Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/clandeve/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153

Broadcom reduz oferta pela Qualcomm para US$ 117 bilhões


Proposta anterior, de US$ 121 bilhões, foi cortada após Qualcomm elevar preço a ser pago pela NXP. Snapdragon, chip da Qualcomm Divulgação/Qualcomm A Broadcom reduziu nesta quarta-feira (21) a sua oferta para aquisição da Qualcomm para US$ 117 bilhões, um dia após a fabricante de chips dos Estados Unidos ter aumentado a sua oferta pela NXP Semiconductors. A proposta anterior era de US$ 121 bilhões. A oferta anterior da Broadcom de US$ 82 por ação estava condicionada à compra da NXP pela Qualcomm pelo preço oferecido anteriormente de US$ 110 por ação. A Broadcom informou que cortou sua oferta para US$ 79 por ação devido ao aumento da oferta da Qualcomm pela NXP para US$ 127,50 por ação, mas que voltaria a oferecer US$ 82 por ação se a Qualcomm não conseguir concluir a aquisição da NXP. Sob os novos termos, a Broadcom oferecerá aos acionistas da Qualcomm US$ 57 por ação em dinheiro e US$ 22 por ação em ações da Broadcom. A Qualcomm não pode ser imediatamente contactada para comentários. A Broadcom disse que outras condições da fusão proposta não foram alteradas, inclusive o pagamento de US$ 8 bilhões, caso o negócio não se concretize. Os movimentos de ambas as empresas ocorrem antes da assembleia de acionistas em 6 de março, quando devem ser apreciadas as indicações da Broadcom para o conselho da Qualcomm. 21/02/2018

Facebook: saiba como participar da brincadeira ?Qual Celebridade Você Se Parece? sem correr o risco de ter os dados pessoais coletados indevidamente


A brincadeira não é novidade, mas se tornou um viral que tomou conta de milhares de linhas de tempo dos usuários no Facebook. O game que utiliza inteligência artificial para modificar a foto de perfil e achar semelhanças com uma celebridade parece inofensivo, mas esconde um mecanismo que coleta informações pessoais dos participantes. O problema é que ao se inscrever nesses jogos é necessário conceder algumas permissões de acesso ao serviço que realiza a execução na plataforma armazenada no site do desenvolvedor. Existem diversos games disponíveis e todos eles funcionam de maneira semelhante, mas isso não significa que hackers estejam roubando a senha de quem participa da brincadeira. Porém se for concedida a permissão de acesso aos dados pessoais, essas informações podem ser usadas por terceiros. Nessa coluna será apresentado uma guia sobre como participar da brincadeira e evitar que as informações pessoais sejam coletadas, confira.    Quais informações são coletadas? Para poder participar do game é exibida uma mensagem solicitando a permissão de acesso as informações contidas no perfil da rede social. As principais informações coletadas são as seguintes:    - nome do usuário - imagem de perfil - data de nascimento - todas as suas fotos e imagens no Facebook - lista de amigos - informações de contato - endereço de e-mail usado para conectar na rede social   Qualquer serviço que utiliza a autenticação do Facebook como um login válido precisa publicar os "Termos do Aplicativo e a Política de Privacidade" para deixar claro quais informações serão obtidas e o que será feito com elas. Mas infelizmente muitos internautas aceitam conceder o acesso as informações sem ter lido esses documentos. Veja abaixo como limitar o acesso a algumas informações pessoais publicadas no perfil:   1 - Após iniciar o game é exibida uma mensagem solicitando a permissão para acessar os informações do usuário; deixe marcada apenas a que diz respeito a foto do perfil.   2 - Clique sobre o botão "Continuar" para gerar a imagem que será disponibilizada para o compartilhamento na linha de tempo.        3 - Depois de participar da brincadeira acesse esse link (aqui), localize a permissão concedida ao game e remova ela do Facebook. Também é recomendável acessar as preferências do navegador de internet e apagar os 'cookies' salvos. Os games online não funcionam em navegação anônima devido a necessidade de salvar temporariamente os 'cookies' na memória do computador.                               Roubo de senha do perfil Até o momento não foi comprovado que a participação nessas brincadeiras que usam a foto do perfil estão sendo usadas para que hackers roubem a senha dos usuários. Em uma depuração no funcionamento num dos testes online foi possível constatar que ele utilizada criptografia para proteger os dados que são usados durante o processamento no site do desenvolvedor.                           Os dados das credenciais de acesso do Facebook são protegidos usando o mesmo tipo de tecnologia, o que evita o roubo da senha. Mas existe a tendência que novos jogos semelhantes sejam disponibilizados na internet para enganar os internautas, por esse motivo jamais deve ser digitada qualquer senha para poder participar da brincadeira online.    Imagens: Reprodução/G1 21/02/2018

Testes e 'correntes' no Facebook podem coletar dados e criar riscos


Qual a melhor foto do seu Facebook? Como seria você no sexo oposto? Como você estará daqui 20 anos? A quais shows você já foi na vida? Esse tipo de teste, também chamado de "quiz" no Facebook, convida muitas pessoas para oferecer informações por um pouco de descontração ou para brincar com amigos na linha do tempo na rede social. Essas brincadeiras, porém, escondem alguns riscos. O principal deles é que, para participar, a maioria dos serviços exige que você conceda acesso parcial da sua conta do Facebook para a empresa que realiza o teste. Esse acesso não é feito pela sua senha e sim por meio de uma integração do próprio serviço junto ao Facebook. Tudo ocorre com apenas um clique. Mesmo depois que o quiz está finalizado, a empresa ainda mantém esse acesso parcial ao seu perfil. Você precisa acessar a página de aplicativos do Facebook (aqui) para verificar quem ainda pode estar com acesso à sua conta. Dependendo das suas configurações no Facebook, quem desenvolveu o quiz terá acesso às informações básicas da sua conta, mas também podem ser cedidas informações como o número do telefone, e-mail e páginas "curtidas". No agregado, esse tipo de informação tem muita utilidade no que especialistas chamam de "psicometria" -- estudos de psicologia que se baseiam em dados de muitas pessoas para traçar tendências. Isso ajuda empresas de marketing a estabelecer relações entre traços de personalidade e fãs de uma determinada marca, artista -- ou seguidores de uma comunidade do Facebook. A partir disso, são criadas campanhas de publicidade direcionadas para vender produtos, ideias ou candidatos políticos. E não só para quem participou desses testes. A imprensa norte-americana alertou em 2017 que uma empresa britânica, a Cambridge Analytica, usou dados coletados com esse tipo de quiz para auxiliar a campanha eleitoral de Donald Trump e também a campanha do "Brexit", que decidiu pela saída do país da União Europeia. SAIBA MAISGolpes prometem revelar quem envia mensagens no Sarahah Empresas 'se escondem' Embora os testes pareçam estar em português, não se engane: as empresas que criam essas "brincadeiras" apenas traduzem o mesmo teste para diversos idiomas e em geral não estão localizadas no Brasil. Aliás, a maioria dos testes é bastante discreto em relação à empresa responsável pelo produto. O foco é completar as perguntas e compartilhar com os amigos. Em muitos casos, qualquer pessoa pode criar um quiz "novo" a partir de um modelo pré-existente, então fica difícil até de afirmar de quem partiu a ideia desses testes. O blog Segurança Digital verificou que duas empresas responsáveis pela criação desses testes utilizam serviços que escondem o nome do responsável pelo registro do site. Com isso, o site não fornece publicamente as informações normalmente exigidas para o registro de um domínio, como um endereço de e-mail, endereço físico e número de telefone. Essa é prática é mais ou menos o equivalente digital a ter uma conta bancária em um paraíso fiscal em nome de outra pessoa. Embora existam usos legítimos para esse tipo de serviço privativo, seu uso é mais voltado para pessoas físicas que não querem se expor ao criar um site na internet.'Pesquisas' na webNa web, "pesquisas" são uma fonte de renda para sites duvidosos e golpistas. Um pouco diferentes dos testes de Facebook, essas pesquisas também pedem que um internauta responda algumas perguntas. Quando isso é parte de um golpe, o site normalmente avisa que é preciso finalizar a pesquisa antes de fazer um download ou ter acesso a algum conteúdo. Essas pesquisas são pagas. Quando o internauta cai no "golpe" e preenche os dados solicitados pela pesquisa, o golpista é imediatamente remunerado por ter "indicado" o internauta para a pesquisa. É por isso que golpistas criam páginas falsas ou com promessas impossíveis, deixando para informar que o conteúdo é falso apenas depois da vítima já ter preenchido a pesquisa. Ou seja, o conteúdo fica "refém" do preenchimento da pesquisa, o que leva a vítima a fornecer os dados. Mais recentemente, muitos desses golpes se transformaram em golpes de serviço premium, onde você é obrigado a fornecer o número de celular. Os golpistas usam essa informação para cadastrar o aparelho em serviços que são cobrados na conta de telefone ou deduzidos dos créditos pré-pagos. Alguns sites fingem que a pergunta do número de telefone faz parte de um teste. Em um caso observado pelo blog Segurança Digital, um site fez perguntas sobre os monstrinhos da franquia Pokémon. Depois de responder quem foi o primeiro Pokémon de Ash e quantos tipos de Pokémon existem, o site prosseguiu com: "qual seu número de celular e operadora?"   Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com 21/02/2018

Brasil tem 116 milhões de pessoas conectadas à internet, diz IBGE


Brasileiros online somam 64,7% de toda a população; dados são de pesquisa de 2016 do IBGE. Jovem usa celular para azarar no Parque do Peão em Barretos (SP). Érico Andrade/G1 O Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas conectadas à internet, o equivalente a 64,7% da população com idade acima de 10 anos. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No fim do ano passado, O IBGE já havia liberado uma Pnad Contínua, mas com enfoque em dados sobre domicílios. Ela indicava que 63,3% das casas brasileiras possuíam acesso, além de mostrar a presença de TVs, telefones e geladeiras nos lares das pessoas. O suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), divulgado nesta quarta, trata, por sua vez, informações como quantas pessoas estão conectadas à internet e aparelhos mais usados para acessar a rede. IBGE revela que 64,7% dos brasileiros usaram a internet em 2016; veja os principais números da pesquisa Mulheres mais conectadas Em 2016, a proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham acesso, enquanto, o índice para eles era de 63,8%. Considerando a faixa etária, os indivíduos com idade entre 18 e 24 anos apresentavam a maior taxa de conexão: 85% deles estavam online. Já os brasileiros com mais de 60 anos apresentavam o menor índice, de 25%. As regiões Nordeste e Norte eram as únicas a apresentar taxas de indivíduos conectados inferiores à média brasileira, de 52,3% e 54,3%, respectivamente. O Sudeste possuía o maior índice. Lá, 72,3% dos moradores tinham acesso, enquanto no Centro-Oeste a taxa é de 71,8% e no Sul, é de 67,9%. Mulher manuseia celular smartphone Marcos Santos/USP Imagens Celular O celular continua a ser o principal aparelho para acessar a internet no Brasil. Em 2016, o eletrônico era usado por 94,6% dos internautas, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e televisões (11,3%). Segundo o IBGE, 77,1% dos brasileiros possuíam algum celular. Usa para que? A Pnad Contínua também levantou as finalidades com que os brasileiros navegam na internet ou usam serviços conectados. A principal dessas atividades, apontada por 94,6% dos internautas, é trocar mensagens (de texto, voz ou imagens) por aplicativos de bate-papo. Assistir vídeos (programas, séries e filmes) foi apontado por 76,4% dos brasileiros conectados e superou as conversas por chamadas de voz ou vídeo, indicadas por 73,3%. Off-line Ainda que 64,7% da população brasileira tenha declarado acessar a internet, há 63,3 milhões de pessoas que se mantêm off-line. Três a cada quatro dessas pessoas disseram que o que as afasta é não saber usar ferramentas online ou não ter interesse nisso. O serviço ser caro era a justificativa dada por 14,3% dos desconectados. 2016 x 2015 Como é a primeira vez que o IBGE divulga dados da Pnad Contínua sobre tecnologia e de acesso à internet, não é possível fazer uma comparação histórica. Relacionar alguns indicadores com o de outras pesquisas, no entanto, pode sinalizar avanços e recuos tanto no acesso à internet quanto na posse de eletrônicos no país. Se a Pnad Contínua indica que o número de conectados chegou a 116 milhões em 2016, uma pesquisa anterior do IBGE, a Pnad, apontava que os brasileiros online somavam 102,1 milhões, ou 57,5% da população, em 2015. Enquanto dados da Pnad para 2015 mostravam que 78,3% dos brasileiros tinham celular, a pesquisa divulgada agora indica que o contingente de pessoas que são donas de um desses aparelhos é de 77,1%. 21/02/2018

CEO da Uber diz que serviço de 'carro voador' deve começar em até 10 anos


Dara Khosrowshahi discursou durante um fórum de transportes em Tóquio, no Japão. Dara Khosrowshahi, CEO da Uber, durante o Fórum Econômico Mundial. Denis Balibouse/Reuters O presidente-executivo da Uber, Dara Khosrowshahi, afirmou nesta terça-feira (20) que vê possibilidade de iniciar o serviço de viagens com "carro aéreo" em um prazo de cinco a dez anos. Khosrowshahi discursou em um fórum de investidores em Tóquio em sua primeira visita à Ásia como presidente-executivo da Uber. Fabricantes de aplicativos de transporte como a Uber vêem o Japão como um mercado muito lucrativo por ser bastante populoso. Para começar a operar no país, pressionam os reguladores para afrouxar as regras rigorosas que governam a indústria do táxi. A empresa americana informou que espera que os veículos voadores eventualmente se tornem um método acessível de transporte em massa. No ano passado, Uber e a brasileira Embraer fecharam um acordo para desenvolver um protótipo de veículo elétrico capaz de voar. 21/02/2018

Sony planeja criar aplicativo de transporte urbano no Japão

Empresa vai se unir a companhias de transporte para operar no país. A Sony anunciou nesta terça-feira (20) que planeja criar um sistema de transporte urbano por aplicativo com inteligência artificial para o Japão. O anúncio é o mais recente em uma crescente variedade de acordos entre companhias de táxis e empresas de tecnologia, que vêem o Japão como um mercado potencialmente lucrativo, mas são impedidas de oferecer serviços de transporte por aplicativo por causa de regras nacionais rigorosas. No país, motoristas não profissionais são impedidos de oferecer serviços de transporte em razão de segurança. As empresas de aplicativos que atuam por lá podem apenas conectar os usuários com as frotas de táxis existentes. A Sony informou que criará uma joint venture com a Daiwa Motor Transportation e outras cinco empresas japonesas de táxi. A empresa resultante desenvolverá uma plataforma de transporte urbano por aplicativo. Acordos Este mês, SoftBank e a chinesa Didi Chuxing disseram que lançariam um empreendimento no Japão ainda neste ano para fornecer serviços que conectam motoristas a passageiros. O SoftBank investe em aplicativos de transporte urbano em todo o mundo, como a Didi. O banco japonês se tornou o maior acionista da Uber em janeiro. Príncipe dos táxis Uma das mais fortes oposições à regulamentação dos serviços de transporte por aplicativo no Japão veio do "príncipe dos táxis" Ichiro Kawanabe, presidente do conselho de administração da maior empresa de táxi japonesa, Nihon Kotsu. Kawanabe criou sua própria empresa de táxi, a JapanTaxi, ganhando o investimento da Toyota ao longo do caminho e possui 60 mil táxis registrados no serviço. 21/02/2018
1
2
3
4
5
6
7
Todos os direitos reservados Clandevelop
Parceiro: Coisas de Programador
Google+